O que está movimentando o mercado imobiliário agora!
- há 12 horas
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Alto padrão encalhou?
O mercado de alto padrão em São Paulo começa a mostrar sinais de desaceleração. O estoque já alcança cerca de 20 meses de vendas, pressionado pela manutenção dos juros elevados e pelo grande volume de lançamentos recentes.
Para estimular a demanda, a Caixa Econômica Federal anunciou a retomada do financiamento com recursos da poupança para imóveis acima de R$ 2,25 milhões, com exigência de certificações de sustentabilidade.
Enquanto isso, o mercado de fundos imobiliários segue aquecido. O KNCR11, da Kinea, realizou uma captação recorde de R$ 3,18 bilhões, ultrapassando R$ 11 bilhões em patrimônio na B3. Outro destaque é o HGBS11, que anunciou a venda de um outlet com projeção de lucro relevante para os cotistas.
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Movimentos globais no mercado
O Santander surpreendeu o mercado ao adquirir o futuro empreendimento Campus JK, no Itaim Bibi (São Paulo), por cerca de R$ 1,7 bilhão, contrariando a tendência recente de empresas priorizarem a locação de escritórios.
O projeto se destaca pela arquitetura mais horizontal em relação aos prédios da região e pelos elevados padrões de certificação ambiental, alinhados às exigências de sustentabilidade da matriz europeia do banco.
A instituição avalia utilizar o ativo como reserva de capital ou estruturá-lo futuramente como fundo imobiliário. No cenário internacional, construtoras japonesas também ampliam investimentos no setor imobiliário dos Estados Unidos, reforçando o movimento global de capital no mercado.
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O fim dos prédios em SP?
Nos Estados Unidos, a retomada do trabalho presencial impulsiona novamente a demanda por escritórios de alto padrão. Um exemplo é a nova sede da American Express, localizada no World Trade Center, em Nova York.
Ao mesmo tempo, o avanço da inteligência artificial começa a gerar debates sobre impactos no mercado de trabalho e possíveis reflexos na demanda por crédito imobiliário.
No Brasil, os Fundos de Investimento Imobiliário seguem em destaque, com 33 FIIs anunciando dividendos no início do mês. Já em São Paulo, a suspensão judicial de novos alvarás — ligada à revisão da lei de zoneamento — pode atrasar lançamentos e pressionar a oferta futura de imóveis na capital.
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Crise imobiliária europeia
O cenário imobiliário internacional também apresenta contrastes. Nos Estados Unidos, as taxas de hipoteca recuaram para 6,04% ao ano, o menor nível desde 2022, estimulando o mercado residencial.
Na Europa, porém, a crise habitacional continua se intensificando. Países como Espanha e Reino Unido têm recorrido a soluções alternativas, como a venda de quartos individuais e hipotecas coletivas ou com entrada zero.
No Brasil, o mercado comercial segue aquecido: os aluguéis de escritórios acumularam alta próxima de 10% em 12 meses, mais que o dobro da inflação oficial. Entre os FIIs, mais de 170 fundos anunciaram dividendos, acompanhando a sequência de altas do IFIX.
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Shopee domina aeroportos
O cenário imobiliário de março de 2026 revela expansão em diferentes segmentos do mercado. No setor corporativo, o fundo BRCR11 conseguiu reverter prejuízos após novas locações, enquanto a Avenida Paulista voltou a atrair grandes empresas, como o banco Daycoval, reforçando a retomada da demanda por escritórios bem localizados.
Ao mesmo tempo, investidores buscam novos nichos considerados mais resilientes. A gestora Rio Bravo tem direcionado atenção para imóveis ligados à área da saúde, enquanto no setor logístico a forte demanda de e-commerces, como a Shopee, pressiona os preços de galpões em aeroportos.
Já no segmento residencial, o governo avalia ampliar os limites de renda e de valor dos imóveis no programa Minha Casa Minha Vida.
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