Metrô, M&A Bilionário e o Enigma dos Fundos de Escritórios
- innova54
- 24 de nov. de 2025
- 2 min de leitura
Atualizado: 1 de dez. de 2025

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Ainda falta apelo aos fundos de escritórios, diz o Itaú
Apesar do movimento de empresas voltando ao modelo presencial, isso tem sido insuficiente para impulsionar os preços dos fundos de escritórios. Mesmo com a Faria Lima registrando vacância baixa e aluguéis elevados, e com outras regiões de São Paulo em recuperação, o apelo desses fundos permanece reduzido — segundo relatório da Itaú BBA.
Os fundos de lajes são vistos como os que enfrentam os maiores desafios entre os FIIs, apresentando os menores dividendos médios do IFIX e sendo negociados com elevado desconto: o múltiplo P/VP no segmento está em torno de 0,67, contra 0,98 para fundos de varejo.
Embora existam sinais de melhora operacional — como queda na vacância, especialmente em regiões secundárias em São Paulo —, o setor ainda opera majoritariamente com tese de ganho de capital e não de renda passiva.
📌 Fontes: https://metroquadrado.com/investimentos/ainda-falta-apelo-aos-fundos-de-escritorios-diz-itau/

EXCLUSIVO: Patria negocia fundos listados da RBR em transação de R$ 400 mi
O Patria Investimentos está perto de concluir a compra dos fundos listados da RBR Asset, que somam R$ 6,5 bilhões em patrimônio líquido. A transação, estimada em R$ 400 milhões, marca mais um movimento de consolidação no mercado de FIIs.
O acordo inclui apenas os fundos listados — sem integração da equipe ou aquisição societária. A RBR permanece com suas demais linhas, como crédito, desenvolvimento e infraestrutura.
O avanço reforça a estratégia do Patria, que segue ampliando presença no setor por meio de aquisições seletivas.

A Prologis ia investir em novos galpões. Mas tinha um metrô no meio do caminho
A Prologis, que planejava desenvolver um grande empreendimento logístico no terreno da antiga fábrica da Ford em São Bernardo do Campo, viu o projeto ser freado após uma decisão do governo Tarcísio de Freitas. No fim do mês, o governo de São Paulo publicou uma medida que altera o uso da área e, na prática, impede o avanço do investimento privado previsto para o local.
Com isso, a iniciativa — que poderia movimentar o setor logístico na região e recuperar um espaço industrial icônico — deve ser suspensa, colocando em dúvida o futuro da área e frustrando as expectativas da empresa para ampliar sua atuação no ABC paulista.
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