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Giro do Innova Insights | de 26 a 30 de Janeiro

  • innova54
  • há 4 dias
  • 3 min de leitura


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Copom, Oportunidades no IFIX e Queda de Dividendos


Com o Copom sinalizando manutenção da Selic em 15% ao ano, o mercado acompanha de perto o equilíbrio entre controle da inflação e recuperação do setor imobiliário. O IFIX segue sustentado por vendas estratégicas de ativos e renovações de contratos, mas episódios de revisão de dividendos mostram que a seletividade continua essencial para o investidor.


Quer saber mais? Confira as matérias completas em FIIs.com.brAgência Brasil, InfoMoney, FIIs.com.br e Suno.


 liquidez imobiliária e reforçam protagonismo em 2026


Escritórios lotados e gestão ativa fortalecem o setor


O mercado de lajes corporativas em São Paulo encerrou 2025 em forte recuperação: a absorção triplicou no 4º trimestre, a vacância caiu para 12,1% e os aluguéis em áreas nobres se aproximam de R$ 300/m². Edifícios AAA voltam a atingir ocupação total, enquanto ativos no Centro passam por valorização.


No segmento financeiro, FIIs e incorporadoras intensificam a gestão ativa, com vendas estratégicas, antecipação de recebíveis e expansão de lançamentos para recuperação de rentabilidade.


Quer saber mais? Confira as matérias completas em FIIs.com.br, Metro Quadrado, Buildings, FIIs.com.br e Metro Quadrado e FIIs.com.br.


Retomada global e a aceleração do crédito imobiliário


O crédito imobiliário no Brasil deve crescer cerca de 16% em 2026, com mudança estrutural no funding, em que a poupança perde espaço para recursos livres e CRIs. No cenário internacional, investidores planejam alocar US$ 144 bilhões em real estate, com foco em escritórios prime, logística e multifamily. No Brasil, o residencial para renda somou R$ 1,1 bilhão em investimentos em 2025. Ainda assim, o ciclo traz riscos, como um possível “tsunami de refinanciamento” de dívidas comerciais e a crescente penalização de ativos obsoletos.


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Da retomada corporativa em SP aos yields de Brasília

O mercado corporativo paulista dá sinais claros de retomada, com grandes ocupantes ampliando presença e FIIs como TRXY11 e XPML11 se movimentando para captar recursos e aproveitar ativos descontados e oportunidades de crédito.


Paralelamente, Brasília desponta como polo de renda imobiliária, com yields de aluguel em torno de 6,35% — superiores a Rio e São Paulo — e demanda firme por locações de longo prazo, impulsionada também por restrições a aluguéis de curta temporada.


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FIIs blindados, obras no Rio e juros em queda nos EUA


A nova Lei 15.570/25 alterou a tributação de dividendos corporativos e instituiu imposto mínimo para altas rendas, mas preservou a isenção dos rendimentos de FIIs e FI-Infra. O movimento reforçou a atratividade estratégica desses veículos como forma de eficiência fiscal e proteção do retorno líquido.


Ao mesmo tempo, as taxas de hipoteca nos EUA recuaram para o menor nível em três anos, reativando compras e refinanciamentos. No Brasil, o Rio de Janeiro ganha novo impulso urbano com regras que fortalecem o Minha Casa Minha Vida no Centro e Zona Norte, enquanto pequenas e médias empresas passam a buscar edifícios verdes para reduzir custos e atender critérios ESG.


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