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Novos Vetores de Valor, Tendências Urbanas e Mercado Global

  • innova54
  • 9 de jan.
  • 3 min de leitura


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Preços dos imóveis devem seguir em alta em 2026, mesmo com queda dos juros


O mercado imobiliário brasileiro projeta continuidade da alta nos preços em 2026, impulsionada pela escassez de terrenos e pelo aumento dos custos de construção. Mesmo com a redução da taxa de juros, o cenário de oferta restrita mantém a pressão sobre os valores, exigindo maior seletividade em novos projetos e aquisições.





FII ALZR11 compra imóvel locado ao Fleury e projeta yield acima de 10%


O fundo imobiliário ALZR11 anunciou a aquisição de um imóvel em Campinas, locado ao Grupo Fleury, por R$ 29,5 milhões. A operação projeta um yield on cost de 10,2% ao ano no primeiro ano e impacto positivo nas distribuições, reforçando a estratégia de ativos bem localizados e contratos de longo prazo com inquilinos de alta qualidade.



Saúde se consolida como novo vetor de valorização imobiliária


A incorporadora Idea!Zarvos aposta em um edifício dedicado exclusivamente a consultórios médicos no Jardins, em São Paulo, reforçando a tese de que “saúde é o novo luxo”. O movimento reflete a busca por ativos com especificações técnicas avançadas, incentivos urbanísticos e demanda resiliente, mesmo em ciclos econômicos mais desafiadores.



Revitalização urbana ganha força no Rio de Janeiro


O projeto Praça Onze Maravilha prevê uma grande intervenção urbana no entorno do Sambódromo, com investimento estimado em R$ 1,75 bilhão, totalmente financiado pela iniciativa privada. A proposta inclui a demolição do Viaduto 31 de Março e busca atrair mais de 100 mil novos moradores, seguindo a lógica de renovação urbana aplicada no Porto Maravilha.





Fundos globais reforçam aposta no Brasil em meio aos emergentes


O Brasil inicia 2026 como o único país da América Latina com recomendação de alocação acima da média por grandes gestores globais. Em 2025, o país atraiu US$ 4,7 bilhões em fundos de ações, apesar dos alertas fiscais e de crescimento econômico moderado, reforçando o interesse externo também sobre ativos reais e imobiliários.




Migração para mercados menores redesenha o real estate nos EUA


Os Estados Unidos vivem uma mudança estrutural no padrão de mobilidade: cada vez mais pessoas estão deixando os grandes centros urbanos em direção a cidades menores e mercados secundários, em busca de moradia mais acessível e melhor qualidade de vida. Esse movimento já impacta diretamente o mercado imobiliário comercial, exigindo maior seletividade de investidores, redefinição de estratégias de localização e revisão do papel dos grandes centros tradicionais.


Enquanto isso, cidades como Nova York enfrentam um cenário oposto, com escassez extrema de imóveis residenciais para aluguel, transformando o mercado em uma disputa intensa entre inquilinos e pressionando ainda mais os preços.




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