Giro do Innova Insights | de 12 a 16 de Janeiro
- innova54
- há 3 dias
- 3 min de leitura

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FIIs lideram a liquidez imobiliária e reforçam protagonismo em 2026
O mercado imobiliário inicia 2026 com dinamismo, com o IFIX operando próximo às máximas históricas. Fundos adotam estratégias de gestão ativa para realização de ganhos, como a venda de um ativo logístico em Salto pelo HGBL11 por R$ 62,5 milhões, valor 11,6% acima do laudo, e a alienação do Edifício Oceanic pelo MXRF11. No varejo, o segmento de shoppings segue forte, com o XPML11 registrando lucro mensal de R$ 44,5 milhões.

Gestão ativa ganha força entre FIIs e mantém IFIX resiliente
O mercado imobiliário inicia 2026 com dinamismo, com o IFIX operando próximo às máximas históricas. Fundos adotam estratégias de gestão ativa para realização de ganhos, como a venda de um ativo logístico em Salto pelo HGBL11 por R$ 62,5 milhões, valor 11,6% acima do laudo, e a alienação do Edifício Oceanic pelo MXRF11. No varejo, o segmento de shoppings segue forte, com o XPML11 registrando lucro mensal de R$ 44,5 milhões.

Avenida Paulista reage, mas preços de escritórios podem ter atingido um teto
A Avenida Paulista voltou a atrair empresas e registrou queda relevante na vacância, mas analistas apontam que os valores de locação podem ter chegado a um limite. A concorrência com regiões mais modernas e edifícios de padrão superior pressiona a capacidade de novos reajustes, indicando um cenário de maior equilíbrio entre oferta, demanda e preços.

REITs americanos projetam recuperação robusta em 2026
No cenário internacional, a expectativa é de forte retomada dos REITs nos Estados Unidos, com projeção de retorno total de até 17% em 2026, impulsionada por cortes nas taxas de juros e pelo fechamento do gap entre preço e valor dos ativos. O movimento reforça o apetite global por real estate em um ambiente de normalização monetária.

2026 marca transição e reequilíbrio no mercado imobiliário comercial
Após um 2025 de resiliência, o mercado imobiliário comercial entra em fase de transição e estabilização. A expectativa de queda da Selic sustenta o otimismo no Brasil, enquanto riscos fiscais e o calendário eleitoral exigem cautela. Observa-se um movimento de flight to quality nos escritórios e maior equilíbrio entre oferta e demanda no setor industrial, mantendo o IFIX próximo a recordes.

Escassez de galpões deve marcar 2026 e pressionar aluguéis
Mesmo com recordes de entregas, o mercado projeta um déficit de cerca de 500 mil m² de galpões logísticos de alto padrão em 2026. Grande parte dos novos empreendimentos já nasce pré-locada, enquanto a Selic elevada limita novos projetos. O cenário reforça a tendência de valorização e manutenção de vacância em níveis mínimos históricos.

Escassez impulsiona escritórios triple-A e polos globais de inovação
A falta de oferta moderna também movimenta o mercado de escritórios. No Brasil, o Rio de Janeiro volta ao radar com novos projetos triple-A, como o Garcia 111 e empreendimentos em Ipanema. No exterior, regiões como Kendall Square, entre MIT e Harvard, seguem atraindo grandes locatários de tecnologia e biotecnologia, reforçando a busca global por ativos de alta qualidade.

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