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Shopee, FedEx, a Retomada dos Escritórios e Muito Mais!

  • 27 de fev.
  • 3 min de leitura


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Turismo atrai a Accor


O mercado imobiliário iniciou 2026 em ritmo aquecido, sustentado pelos recordes de vendas e lançamentos registrados em 2025 e pela expectativa de queda dos juros. A alta demanda segue pressionando estoques, enquanto o IFIX opera próximo à máxima de 52 semanas, reforçando a confiança dos investidores no setor.


Além do residencial, segmentos específicos ganham força: a Accor anunciou mais de R$ 1 bilhão em investimentos para novos hotéis no Brasil, impulsionada pela retomada do turismo estrangeiro e pelo câmbio favorável.


No logístico, a escassez de galpões de alto padrão próximos aos grandes centros eleva aluguéis e estimula novos projetos, em meio às adaptações da Reforma Tributária. Globalmente, o mercado comercial também mostra sinais de estabilização, com capital retornando em busca de renda recorrente e previsibilidade.


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 liquidez imobiliária e reforçam protagonismo em 2026


Santander compra sede na JK


O mercado corporativo registrou movimentos relevantes, com o Santander adquirindo o complexo Campus JK para instalar sua nova sede em São Paulo, em meio à consolidação do modelo híbrido de trabalho. Ao mesmo tempo, Brasília superou São Paulo e tornou-se a cidade mais atrativa para o segmento imobiliário de alto padrão no fim de 2025.


Nos investimentos, o GZIT11 anunciou emissão de R$ 70,5 milhões, o SNEL11 ampliou seu patrimônio em 192% após adquirir 20 ativos solares, e a Iguatemi registrou alta de 22% no lucro anual, somando R$ 610 milhões. No cenário internacional, o mercado de escritórios de Manila manteve forte volume de locações impulsionado pelo setor de BPO.


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Times Square paulistana?


O mercado financeiro e imobiliário segue aquecido, com os FIIs atingindo a marca histórica de R$ 200 bilhões em patrimônio e 3 milhões de investidores, movimento que levou a B3 a estruturar novos derivativos para o setor. Fundos como BLMG11 anunciaram recompra de até 10% das cotas, enquanto HGRU11, SNFZ11 e VGIP11 reportaram resultados operacionais consistentes. No segmento logístico, a pré-locação voltou a crescer e já alcança 60% dos novos estoques, refletindo a forte demanda do e-commerce.


No exterior, a privatização da Veris Residential por US$ 3,4 bilhões reforça o apetite por ativos imobiliários, enquanto o setor global debate regras para o uso de Inteligência Artificial e proteção de dados. Em São Paulo, painéis de LED com fins culturais chegam ao Centro, em um projeto que remete à Times Square, mas respeita as diretrizes da Lei Cidade Limpa.


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O Boom do Multifamily


O mercado imobiliário segue aquecido em múltiplas frentes. O varejo projeta a inauguração de 11 novos shoppings em 2026, reforçando a interiorização e o fortalecimento regional. Nos FIIs, a movimentação é intensa, com reciclagem de portfólio, vendas estratégicas e crescimento de lucro, como nos casos do TEPP11 e RBVA11.


O segmento multifamily ganha protagonismo com a Brookfield ampliando investimentos no Centro-Oeste, especialmente em Brasília e Goiânia. Enquanto isso, os mercados logístico e corporativo mantêm dinamismo com novas locações e vendas de ativos no Brasil e no exterior, incluindo transações recentes em Nova York e Nova Jersey.


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Shopee, FedEx e a Retomada dos Escritórios


O mercado imobiliário brasileiro acelera com a retomada das locações corporativas em São Paulo e o avanço logístico impulsionado pelo e-commerce. Gigantes como FedEx e Shopee ampliaram operações, reduzindo vacâncias e fortalecendo fundos como BRCO11 e TRBL11.


Ao mesmo tempo, estratégias de retrofit ganham protagonismo: empresas como a EQR Holding compram ativos “estressados” com até 50% de desconto para reestruturação e revenda. A inteligência artificial também transforma o setor, conectando corretores, otimizando entregas e acelerando negociações.


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